Destaques
20/04/2026
Prêmio SomosCoop 2026 vai reconhecer os melhores cases do cooperativismo brasileiro
O Sistema Ocese anuncia a abertura das inscrições para o PRÊMIO SOMOSCOOP MELHORES DO ANO 2026. Promovida pelo Sistema OCB, a premiação busca identificar e dar visibilidade às cooperativas que transformam a realidade de seus associados e das comunidades onde atuam através de boas práticas e inovação. Para as cooperativas de Sergipe, este é o momento de consolidar sua imagem institucional e mostrar a força do nosso estado no cenário nacional. Destaques da Edição 2026: Prazo de inscrição: As cooperativas podem submeter seus cases até o dia 30 de junho de 2026 Requisito de regularidade: É fundamental que a cooperativa esteja registrada e regular com o Sistema OCB até o prazo limite de 13/07/2026. Inovação e reconhecimento: A premiação foca em resultados tangíveis que disseminam a cultura cooperativista no Brasil Categorias para Inscrição de Cases: As cooperativas podem inscrever um case por categoria, permitindo uma estratégia diversificada de participação: Comunicação Coop: Iniciativas que promovam a cultura e imagem do setor. Coop Cidadã: Projetos focados em responsabilidade social e nos ODS. Desenvolvimento Ambiental: Práticas de sustentabilidade e preservação. Cultura Cooperativista: Ações que fortaleçam o pertencimento do quadro social. Inovação: Soluções que gerem mudanças efetivas em processos ou serviços. Intercooperação: Parcerias de sucesso entre duas ou mais cooperativas. Como Participar: As inscrições são gratuitas e realizadas exclusivamente pelo site oficial: melhores.premiosomoscoop.coop.br. A cerimônia final, onde serão conhecidos os grandes vencedores, está agendada para o dia 8 de dezembro de 2026 Calendário: Inscrições de 15 de abril a 30 de junho Data limite para regularização da adimplência até 13 de julho Habilitação dos cases de 14 de julho a 20 de julho Avaliação pelo Júri Técnico de 24 de julho a 24 de agosto Julgamento final de 31 de agosto a 18 de setembro Divulgação dos finalistas 24 de setembro 24 de setembro Cerimônia de premiação 8 de dezembro 8 de dezembro
04/02/2026
Sua cooperativa já atualizou os dados para o AnuárioCoop 2026?
Essas informações são a base para mostrar a força do cooperativismo no Brasil e ajudam o Sistema OCB a planejar ações, defender interesses e construir soluções mais adequadas à realidade das cooperativasÉ um trabalho coletivo e a participação de cada cooperativa faz toda a diferença👉 Atualize os dados no fluxo do Anuário:sou.coop.br
29/04/2026
PEC da reciclagem avança na Câmara e segue para comissão especial
Proposta restabelece benefícios fiscais e diferencia carga tributária para fortalecer cadeia e cooperativas
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (28), a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 34/2025, que altera pontos da Reforma Tributária para assegurar tratamento diferenciado ao setor de reciclagem. O parecer favorável foi apresentado pelo deputado Alex Manente (SP). A proposta ainda será analisada por uma comissão especial antes de seguir ao Plenário.
Bruno Spada / Câmara dos DeputadosA PEC prevê, entre outros pontos, a manutenção de incentivos fiscais para a cadeia da reciclagem, com isenção do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) para a venda de materiais recicláveis, além da concessão de créditos tributários para compradores. A medida pretende restabelecer a diferença de carga tributária entre insumos reciclados e matérias-primas virgens.
De autoria do deputado Arnaldo Jardim (SP), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o texto busca corrigir o que o setor considera uma distorção criada pela Emenda Constitucional 132, que instituiu a Reforma Tributária sobre o consumo. “A proposta corrige uma falha que acabou retirando competitividade da cadeia da reciclagem. Nosso objetivo é garantir um tratamento justo para um setor essencial do ponto de vista econômico, social e ambiental”, afirmou o parlamentar.
O parlamentar defendeu que a PEC é essencial para evitar prejuízos a uma cadeia produtiva estratégica. “A reforma tributária trouxe avanços importantes, mas, nesse ponto, acabou eliminando um diferencial que era decisivo para a reciclagem. Estamos corrigindo isso para garantir equilíbrio competitivo”. Ele também lembrou o impacto social da medida. “A cadeia da reciclagem envolve milhares de trabalhadores, cooperativas e pequenos empreendimentos. Sem esse tratamento diferenciado, corremos o risco de desestruturar esse ecossistema que gera renda e promove inclusão produtiva em todo o país”, acrescentou.
Jardim argumenta ainda que a proposta alinha política tributária e agenda ambiental. “Não faz sentido tributar da mesma forma o insumo virgem e o reciclado. Precisamos estimular quem reaproveita, quem reduz impacto ambiental e contribui para a economia circular. Essa PEC cria um ambiente mais justo e coerente com os compromissos ambientais que o Brasil assumiu”, disse.
O papel das cooperativas foi outro ponto defendido pelo presidente da Frencoop. “As cooperativas são protagonistas nesse processo. Ao garantir crédito para quem compra e isenção para quem vende, ampliamos o acesso desses grupos ao mercado formal e fortalecemos toda a cadeia”, concluiu.
A tramitação da proposta contou com acompanhamento do Sistema OCB, que atuou desde a discussão da Reforma Tributária para preservar incentivos ao setor. “A medida é fundamental para assegurar a viabilidade econômica da reciclagem e ampliar a participação das cooperativas”, declarou a presidente executiva, Tania Zanella.
Dados apresentados na justificativa da PEC indicam que, antes da reforma, a carga tributária sobre insumos reciclados se aproximava de zero, enquanto matérias-primas virgens eram tributadas em cerca de 23%. Com o novo modelo, ambos poderiam atingir níveis próximos, em torno de 27%, eliminando o estímulo econômico à reciclagem.
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29/04/2026
Sistema OCB integra debate sobre gestão de risco no campo
Integração entre ZARC, Proagro, PSR e crédito rural foram pontos defendidos para fortalecer produção
O Sistema OCB participou, nesta terça-feira (28), da 9ª Reunião da Rede de Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) - Embrapa, um dos principais fóruns técnicos de discussão sobre gestão de riscos agropecuários no país. O coordenador do Ramo Agropecuário do Sistema OCB, Rodolfo Jordão, integrou a abertura do evento ao lado da presidente da Embrapa, de representantes do Banco Central e da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura.
Rodolfo também apresentou um painel técnico em que destacou a contribuição do cooperativismo para a estruturação de instrumentos mais eficientes de mitigação de riscos no campo. A capilaridade e a relevância econômica das cooperativas no Brasil, presentes em todos os elos do agronegócio e responsáveis por parcela significativa da produção nacional de alimentos foi um dos pontos abordados.
Segundo ele, esse alcance torna o cooperativismo um agente estratégico na disseminação de práticas de prevenção e no fortalecimento da resiliência dos produtores rurais. “O cooperativismo atua como instrumento de resiliência e diluição de riscos, garantindo estabilidade no crescimento, manutenção de margens e proteção para os cooperados”, afirmou.
O coordenador também falou sobre a necessidade de maior integração entre políticas públicas voltadas ao setor, como o Proagro, o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e o crédito rural. “Nesse processo, o ZARC deve ocupar posição estratégica”.
Para ele, o ZARC merece ser consolidado como uma ferramenta orientadora, capaz de conectar os diferentes instrumentos e incentivar uma abordagem mais preventiva na gestão de riscos. “A primeira camada de proteção deve ser a prevenção, por meio da orientação técnica. Diferentemente do seguro e do Proagro, que atuam após o evento, o ZARC tem potencial para reduzir perdas antes que elas ocorram”, explicou.
Outro destaque foi o avanço do ZARC com níveis de manejo, apontado como próximo passo na evolução da política. O coordenador observou que o desafio está na ampliação de escala e na viabilidade econômica da ferramenta, atualmente em fase piloto em estados como Paraná e Rio Grande do Sul.
A apresentação também evidenciou o papel das cooperativas na assistência técnica e extensão rural (ATER), consideradas essenciais para levar conhecimento, inovação e práticas sustentáveis aos produtores, especialmente para pequenos e médios , em que a atuação cooperativista contribui para reduzir custos, aumentar produtividade e garantir maior segurança à atividade. “Cooperativas são meio de acesso à assistência técnica qualificada, funcionam como estruturas de confiança e ampliam a competitividade dos produtores”, completou.
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SejaCoop
Quem é coop gera trabalho, ajuda a distribuir riquezas, facilita o acesso a crédito em melhores condições e muito mais! Ser coop é fazer parte de uma rede onde o ganha-ganha acontece o tempo todo.
Veja abaixo como você pode fazer parte desta transformação:
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Sobre Registro
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Entenda os Benefícios
Quem registra sua cooperativa na OCB tem muitos benefícios! Descubra todos!
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IDENTIDADE
Para o melhor funcionamento do modelo de negócios cooperativista fique atento à legislação aplicável às cooperativas, bem como os princípios e valores fundamentais.
GESTÃO E GOVERNANÇA
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desempenho
O Desempenho é um programa que possibilita avaliar e comparar os indicadores financeiros, contábeis e socioeconômicos possibilitando avaliar os números da cooperativa
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